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De nada adianta arranjar desculpas!
Isso consegue-se sempre!
Mas, no final do dia, a realidade é inegável: São esses os partidos que governam e presidem há dezenas de anos.
Eles são os responsáveis.
Pode havem quem continue a não querer ver, que não é isso o que alterará a verdade dos factos referidos. |
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O drama do desemprego não para, revela o INE.
Ante a indiferença e o cinismo do governo do PSD/CDS e do primeiro-ministro Passos Coelho.
E perante as brincadeiras da Juventude Social Democra no seu afã de promover uma juventude sem direitos.
O desemprego entre os jovens ultrapassa em mais de 2 vezes o nível geral do desemprego.
Quantas ilusões desfeitas, quantos jovens com o futuro comprometido.
É neste quadro que os laranjitas enchem a voz com um pretenso discurso geracional, de defesa das jovens gerações.
Aí está o que pretendem, uma juventude sem emprego, sem futuro, condenada à emigração, à precariedade, à super-exploração.
Impossibilitada ou com enormes dificuldades em organizar a sua vida pessoal e familiar, de alcançar a felicidade.
Uma JSD, Juventude Sem Direitos, é o sonho laranja e dos laranjitas |
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Cada vez mais portugueses, centenas de milhar, oficialmente reconhecidos, mais de um milhão de facto, são atingidos pelo drama do desemprego.
Grassa o espanto, a incerteza no futuro,a angústia, o desespero.
Sonhos desfeitos. Vidas que, de repente, se vêem envoltas num mar de dificuldades, sem terem feito nada de mal, sem compreenderem porquê?
É revoltante. |
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O PS é um partido oportunista, um partido Cuco.
Apelida-se de socialista e de socialista nada tem, aliás, abjura o socialismo;
afirma-se de esquerda e no governo faz sempre a política de direita, a política dos grandes interesses contra os trabalhadores, fundamentalmente;
jura que é de oposição, mas vive em conúbio permanente com o governo.
Aliás, o pacto de hegemonia sobre a vida política e as suas instituições que mantém com o PSD é das coisas mais mal-cheirosas que se possa imaginar, como o escândalo ao redor das nomeações para o tribunal constitucional aí está para o demonstrar, ao ponto de se poder afirmar que, para PS e PSD a referida instituição é simplesmente "una cosa nostra" e nada mais. |
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A declaração da independência do Azawad, a região norte do Mali, apanhou os governos ocidentais nas malhas da sua duplicidade e oportunismo.
Não querem reconhecer essa independência, são as declarações que se escutam.
Mas ainda não há muito forçaram e reconheceram a declaração de independência do Sudão do Sul.
Por outro lado, tudo isto coloca a questão de saber se a divisão artificial de África, decidida pelas potências coloniais europeias na Conferência de Berlim de 1884, vai sobreviver ao enfraquecimento do poder ocidental, das antigas metrópoles e do seu chefe atual, os EUA. |
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8.4.012
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O fracasso da mobilização - 12.05.2012 - do chamado movimento dos indignados em Portugal é evidente.
Como se explica, se fizeram tudo como no 12 de Março de 2011?
Divulgaram pelas redes social!
O descontentamento na sociedade não falta, então o que falhou?
Verdadeiramente, nada falhou!
Simplesmente, não se verificou!
Acontece que a comunicação social dos senhores do sistema não mobilizou para essas manifestações.
Os jornais, as rádios e as televisões não passaram dias e dias a falar previamente desses eventos, como o fizeram para o 12 de Março de 2011.
Os protetores mediáticos da especulação e exploração não se enganam.
Então pergunta-se, porque agiram assim, porque mobilizaram para o 12 de Março de 2011? |
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FENPROF alerta para a necessidade de crescer a mobilização contra política educativa do governo e as medidas que visam atacar a escola pública e o emprego docenteO Secretariado Nacional da FENPROF reuniu em 10 e 11 de maio para debater a situação que se vive na Educação e no país, abarcando diversos aspetos que se encontram enquadrados em processos negociais terminados ou em curso (concursos e colocações de professores, revisão da estrutura curricular e revisão do regime de contrato de trabalho em funções públicas e regime vínculos, carreiras e remunerações) e que decorrem da aplicação de medidas que concretizam os ditames da troika estrangeira, como seja a agregação de escolas e agrupamentos e o encerramento de escolas, o aumento do número de alunos por turma, entre outros.
Para a FENPROF é inequívoca a intenção de, em todos estes processos, o governo proceder à aprovação de medidas, que não visam a melhoria da qualidade de ensino e de prestação deste serviço público, não procuram o combate ao insucesso escolar e o ataque ao abandono precoce do sistema de ensino, não perseguem soluções para a melhoria das condições de funcionamento das escolas, dos jardins-de-infância ou das instituições de ensino superior, mas sim que procuram todas as vias para a redução da despesa pública, para o desinvestimento público, para a desresponsabilização progressiva do Estado em relação ao serviço público de educação e de ensino. |
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| Há um tsunami a caminho. O alerta já foi dado. Os avisos são repetidos insistentemente. Mas os docentes (a maioria) parece que continuam todos repimpados na areia a cuidar do bronze. Acordem colegas! |
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| Sair da crise pode implicar a saída do euro. O que coloca o BE e Francisco Louçã fora da equação da solução, ferrenhos adeptos do euro que são. |
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Há muito que o Porto não via uma coisa assim.
Foi mesmo impressionante a manifestação de ontem do PCP. |